No noticiário relacionado a ameaças de segurança, os termos malware e vírus são recorrentes. Mas, eles não são sinônimos. Na verdade, servem para classificar coisas diferentes no mundo das pragas digitais: todo vírus é um malware, mas nem todo malware é um vírus. Saber distinguir uma coisa da outra pode ser importante quando você se encontra combatendo uma infecção. É preciso saber que tipo de malware está causando problemas para encontrar formas de isolar a causa e solucionar.

O termo vírus é mais antigo
Há uma razão para que o termo vírus seja usado ainda hoje de forma abrangente para classificar ameaças. A razão está no fato de que os primeiros programas maliciosos de computador acabaram recebendo essa denominação ao longo dos anos 1990, coincidindo com o período de popularização do computador pessoal.
Para muita gente, um programa malicioso será sempre um vírus. No entanto, com a evolução dos softwares maliciosos, o termo vírus deixou de ser suficiente para classificar códigos mais específicos como worms e ransomwares, por exemplo.

O que é malware?
O termo malware nasceu da união de “malicious” (malicioso, em inglês) com “software”. Nesse sentido, malware se refere a qualquer tipo de programa de computador, celular e etc que seja capaz de se reproduzir, que se instale sozinho e/ou cause danos, realizando operações indesejadas nos computadores atingidos, roubando dados ou simplesmente causando transtorno ao usuário da máquina.
A designação malware, portanto, é bem abrangente. Sob essa classificação, cabem todos os tipos de pragas virtuais que encontramos em informática: adwares, spywares, ransomwares, worms, rootkits, trojans e vírus são todos formas de softwares maliciosos e podem, portanto, ser chamados de malwares.

Vírus são malware
Todo vírus de computador é um malware, mas nem todo malware é um vírus.

A grande diferença que permite separar um do outro está em alguns métodos de reprodução e na própria construção do vírus para a arquitetura do computador.

O termo vírus classifica um tipo de malware que não pode se reproduzir sozinho: o vírus precisa da intervenção do usuário, que executa (abre) um arquivo infectado, por exemplo. Ou de gatilhos definidos pelo desenvolvedor da praga: datas específicas, horários ou ações, como inicialização do sistema ou algum app.

Em geral, vírus são códigos maliciosos anexados a arquivos de diversos tipos. Por conta disso, eles dependem de outros programas para funcionar, algo diferente de um ransomware, por exemplo: esse tipo de malware se caracteriza por conter um arquivo executável próprio, que pode operar independente de outros programas.

Para entender melhor, você pode pegar o exemplo dos vírus de computador que se propagam via macros do Office da Microsoft. Esse tipo de praga consiste em códigos que só vão causar danos se o usuário tiver o Microsoft Word instalado e se eles forem executados pelo dono da máquina. Um adware (tipo de malware que infesta seu computador de anúncios e programas indesejados), uma vez instalado, roda sozinho no computador, independente de você executá-lo ou não.

 

Fonte: Techtudo

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