Wi-Fi com falha vai ser corrigida por Google e Microsoft

Os responsáveis pela descoberta que pode afetar o Android, Linux, Windows, macOS e iOS, foram dois pesquisadores belgas, essa falha atinge todos os tipos de dispositivos conectados pelo protocolo WPA e WPA2 de Internet sem fio que estão vulneráveis, assim disse a Wi-Fi Alliance que agradeceu o trabalho da dupla Mathy Vanhoef e Frank Piessens, da KU Leuven, dizendo que o problema pode ser resolvido através de atualizações de software e que esses updates estão chegando com novidades, essa brecha permite que acessem o trafego de uma rede Wi-Fi interceptando as informações, modificando pacote e injetando malware nos sites.

Microsoft informou que já corrigiu o problema para clientes que executam versões suportadas do Windows, até o Windows 7 que teve seu suporte estendido até 2020 em diante.

Microsoft disse o seguinte:

  • “Lançamos uma atualização de segurança para resolver esse problema”
  • “A Microsoft liberou atualizações de segurança no dia 10 de outubro e os consumidores que mantêm o Windows Update habilitado estão protegidos automaticamente. Nós fizemos a atualização para proteger os nossos consumidores o mais rápido possível, mas como parceiros responsáveis da indústria, optamos por segurar a divulgação até que outros fornecedores pudessem desenvolver e divulgar as suas correções,”
  • “Os clientes que aplicarem a atualização ou que tiverem as atualizações automáticas ativadas nos computadores estarão protegidos. Continuamos a encorajar os clientes a ativar atualizações automáticas para garantir que estejam protegidos”.

Google que é responsável pelo Android é afetado mais gravemente pela brecha permitindo que os invasores manipulem e injetem códigos maliciosos em sites prometeu uma correção para dispositivos afetados dizendo que vai disponibilizar a atualização apenas nas próximas semanas, os celulares da linha Pixel, do próprio Google, serão os primeiros a receber correções como patch de segurança até o dia 6 de novembro de 2017, mas outros aparelhos devem receber os updates de maneira mais atrasada.

A dupla de pesquisadores belga que descobriu o problema de segurança apontou que 41% dos dispositivos Android rodam versões do sistema operacional móvel vulneráveis a uma variante “excepcionalmente devastadora” do ataque e que levará tempo para corrigir dispositivos antigos.

A Apple ainda não esclareceu se as versões mais recentes do MacOS e do iOS são vulneráveis à brecha do WPA2.

 

Fonte: techtudo

 

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